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Est�gio, Facu
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+sinto-me+
Meu humor atual - i*Eu

23/04/2004 11:57
COmo esta MERDA me proibiu de mudar templates do jeito que quero, e vive dando PAU (ui!) de todas as maneiras possíveis e imagináveis; montei um barraco aqui: http://www.perseph0ne.weblogger.terra.com.br/

Logo logo vira uma casinha...
enviada por *pErSePhOnE*



12/04/2004 12:41

::*_____*::

I´m useless. Please throw me out.

enviada por *pErSePhOnE*



12/03/2004 13:47
::Xtra::


Pior que isso, só gente que rouba na cara dura e ainda se faz de coitado.
Se você, pessoa daí de cima, leu, sabe muito bem que Robin Hood não existe, e que nem de longe este tipo de atitude cabe em seu perfil. Shame on you.


enviada por *pErSePhOnE*



12/03/2004 13:45


::Agora, despontada.::

Me livrei dos pontos…aff…um mês sem sol – mas o que é o sol pra quem fica enfurnado em baias de escritório, néam?

Estou entrando numa fase um tanto longa de estudos, tanto no trabalho como na facu (urrú! Ultimo ano)
Pois é…vida assexuada, acompanhada do fim de passeios e visitas (que já não faço muito). Se bem que minha última saída não foi lá essas coisas (não pelo setlist, que tava ótemo); as pessoas me decepcionam muito. Nem por mim, mas por elas.
Gente que dá chilique, gente que não SE respeita e não ouve…gente umbiguista que ainda quer respeito e atenção dos outros.
Eu digo: Get a life!
A vida é muito mais que baladinhas, surubinhas e bebidinhas, pessoas.
E acefalismo não é a tendência…

Focoff, viu?


enviada por *pErSePhOnE*



02/03/2004 11:35

::Frankestein::


14 pontos. Este foi o saldo total de minha última visita ao dermatologista.
Estou de bode há quase uma semana por isso. Não posso fazer movimentos muito bruscos. Não posso dançar. Não posso tomar sol. Não posso fazer academia.
O jeito é voltar a estudar, mesmo...

Pois é, faz um mês que as aulas começaram e só vou pra lá agora...shame on me

[nada como três horas de Ética para animar o seu dia]


enviada por *pErSePhOnE*



18/02/2004 09:16

::Frase repetida de blog::

Uma vez, postei:
"Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra".
Shakespeare


E sim, isso é verdade; mas não tenho como fugir - não hoje.
O ressentimento me faz pensar no que tinha, no que tenho e no que posso ter. Ponho-os numa balança pra ver pra que lado tende; e torço para que penda para o lado que ainda vale a pena.
(...)

enviada por *pErSePhOnE*



11/02/2004 09:21



Queria poder ficar assim, hoje. Mal começou o ano e já me sinto cansada: casanda de levar a mesma vida toda de novo - a mesma faculdade, o mesmo emprego, o mesmo caminho indo e voltando. Os mesmos problemas.

Quero mudar: de casa, de emprego, me formar...e ter ele bem mais perto; de preferência me fazendo companhia na casa nova.

Será que ele quer?
Será que é disso que eu preciso agora?

Ah, se eu soubesse...
enviada por *pErSePhOnE*



09/02/2004 10:34

::De volta::

De volta a mesma vidinha trabalho-faculdade-casa. Vidinha de convenções...de necessidades sociais. Será que é o que eu realmente preciso?

Já sinto falta de voltar pra casa, e pros braços onde me enrosquei nas férias deste ano, e no ano passado, e no ano retrasado: Amo-te, dear...

Ainda bem que este é o último. Viajar todo dia é foda. Que venha a formatura!


enviada por *pErSePhOnE*



27/01/2004 15:19


(...)
"Te amo como se amam certas coisas escuras...
Secretamente, entre a sombra e a alma.
Te amo como a planta que não floresce
E leva dentro de si, oculta, a luz daquelas flores.
Te amo sem saber como, nem quando, nem de onde.
Te amo simplesmente...sem complicações, nem orgulho:
Assim te amo, porque não sei amar de outra maneira
Senão assim deste modo em que não sou, nem és.
Tão profundamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão.
Tão profundamente que quando fechas os olhos, eu contigo sonho".



[Pablo Neruda]

enviada por *pErSePhOnE*



20/01/2004 12:02




Galera do Live que participei entre Sexta e Sábado passado...massa.

Preciso voltar a fazer estas coisas: reaprender a me divertir...


enviada por *pErSePhOnE*



13/01/2004 15:37

:: I miss you::

É triste quando a saudade bate assim no meio da tarde, deixando o peito arfante e triste, apoiado num olhar vago, vago…como os carros que passam na avenida, agora.
Parece que vai chover. E que vou chover junto, pra ver se escorro, viajo; até chegar às tuas mãos de novo.
Sentir de novo o teu cheiro, o teu gosto e o teu abraço; poder me enroscar nas tuas pernas e deitar no teu peito.
A distância – qualquer que seja, pelo tempo que for – dói. E muito.


enviada por *pErSePhOnE*



12/01/2004 16:36
This is Your Life - The Dust Brothers featuring Tyler Durden

And you open the door and you step inside
We're inside our hearts

Now imagine that your pain is a white ball of healing light
That's right - your pain, the pain itself, is a white ball of healing light

I don't think so

This is your life Good to the last drop
It doesn't get any better than this
This is your life and its ending one minute at a time

This isn't a seminar, this isn't a weekend retreat
Where you are now, you can't even imagine what the bottom will be like
Only after disaster can we be resurrected
Its only after you've lost everything that you are free to do anything
Nothing is static
Everything is evolving
Everything is falling apart

This is your life
It doesn't get any better than this
This is your life
And it's ending one minute at a time

You are not a beautiful and unique snowflake
You are the same decaying organic matter as everything else
We are all part of the same compost heap
We are the all singing, all dancing crap of the world
You are not your bank account
You are not the clothes you wear
You are not the contents of your wallet
You are not your bowel cancer
You are not your grand latte
You are not the car you drive
You are not your fucking khakis

You have to give up
You have to give up
You have to realise that someday you will die
Until you know that, you are useless.

I say never let me be complete
I say may I never be content
I say deliver me from Swedish furniture
I say deliver me from clever art
I say deliver me from clear skin and perfect teeth
I say you have to give up
I say evolve, and let the chips fall where they may.

This is your life
Doesn't get any better than this
This is your life
And it's ending one minute at a time

You have to give up
You have to give up
(I WANT YOU TO HIT ME AS HARD AS YOU CAN!)

Welcome to Fight Club
If this is your first night, you have to fight.


enviada por *pErSePhOnE*



06/01/2004 10:04
::Template antigo - R3::


Melhor ainda é conseguir arrumar o template que o Blig havia mandado pro espaço.

Há links removidos, dando lugar à novos links.

Pretendo colocar um box só com links de fotologs, se couber nesse template tosco...:-)

enviada por *pErSePhOnE*



05/01/2004 19:01


"Nada é melhor do que voltar pra casa".

enviada por *pErSePhOnE*



24/11/2003 09:01


O amor acaba

Extraído de: O Amor Acaba - Crônicas Líricas e Existenciais - Editora Civilização Brasileira - organização e apresentação de Flávio Pinheiro


O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova York; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.


Paulo Mendes Campos


enviada por *pErSePhOnE*






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